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Quanto Mais Quente Melhor

Doces com coração (e umas coisas salgadas pelo meio). Food porn descarado da cozinha (e das viagens) de uma jornalista doceira.

Quanto mais ácida melhor

Aqui, a máxima deste nosso blogue não se aplica. Não a provemos quanto mais quente melhor, o título que roubámos ao filme de Billy Wilder. Comamo-la, isso sim, quanto mais fresca melhor, quanto mais ácida melhor.

 

É a acidez irremediável que caracteriza a tarte de limão que esta vossa amiga assina. Com aquele ácido de fazer fechar os olhos de quem a prova e não sabe ao que vai. É assim mesmo que ela se quer.

 

 

 

 

Ingrediente base: Limões. E cá em casa nunca há (quase nunca) episódios semelhantes ao que causou a ruptura às personagens de Jennifer Aniston e Vince Vaughn em «Separados de Fresco». Ela pede-lhe para levar para casa doze limões. Ele leva três. O resto é história.

 

Mas o homem cá de casa sabe bem seguir seguir indicações e traz (8 out of ten times) as compras certinhas.

 

Base de massa caseira, amassada com o vigor de tempos antigos. Recheio sem o habitual leite condensado que já ninguém dispensa na tarte de limão. Eu dispenso.

 

Cobertura do mais pomposo merengue, com picos a pedirem para ser arrancados. Uma delícia de amarelo radiante.

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